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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Camiseta do Michael Jackson e da Amy Winehouse

Aproveitando-se da morte atual (e futura), a Crânio Camisetas Agressivas lançou a Michael Jackskull e a Rehab, da Amy Winehouse:

Michael Jackson, Jackskull T-Shirt

Amy Winehouse, Rehab T-Shirt




Adoro fazer um jabá pros caras, pois o trampo deles é muito foda. Ambas as camisetas tem desenhos do Sassá.

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Pequenas grandes DÚVIDAS musicais ~1

é mesmo

"D2... mas mantém o respeito?"
ou pode ser
"Detone... mas mantenha o respeito?"
no refrão de "Mantenha o Respeito" do Planet Hemp?

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Sábado, 21 de Março de 2009

Raul Real (ou) troca um Raul por duas de 0,50? (ou) negócio bom assim, ninguém nunca viu

Via Igor

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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Guitar Hero em 8-bits (ou) Games atemporais (ou) Tocando Sweet Child O Mine no D+Pad Hero



Fonte: Sedentário. Baixe e jogue aqui.

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Terça-feira, 17 de Março de 2009

Textos sobre música. Música de ler.

No início, este blog servia apenas para exercitar a criatividade e a escrita. Uma das primeiras coisas que criei foi uma série de textos inspirados em músicas, onde transcrevo para a linguagem escrita a sensação que experimento com algumas canções. Abaixo, a playlist de 'músicas para ler'. Experimente-as ouvindo os sons indicados em cada post. ;)

PLAYLIST

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Domingo, 15 de Março de 2009

é uma dádiva sofrer, lágrimas de sangue irão verter

[Zumbis do Espaço - Sombras]

(Imagem da Rê Bordosa encontrada na Moniquices)

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clipe da banda Ranulfo Head (ou) provas de amor (ou) o verdadeiro rock oeste-paranaense (ou) me deixa por do outro lado

Uma alegoria sobre as necessidades e satisfações dentro de uma relacionamento. O homem que busca seu último refúgio em uma prova de amor, uma história exposta em forma de clipe da banda Ranulfo Head. Vídeo criado feito a partir da mais recente apresentação ao vivo da banda.

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Sábado, 14 de Março de 2009

Sobre críticas musicais e o valor emocional da música [trecho entrevista]

Trecho de entrevista com Greil Marcus publicada na Ilustrada (abril, 2006), disponibilizada pelo Trabalho Sujo.

A crítica é necessária ao trabalho do artista?
Não.

Então por que continuamos lendo e escrevendo sobre arte e música? Arte não precisa ser explicada para ser compreendida...
Algumas pessoas podem escrever sobre arte de uma forma que amplia a experiência que já existe originalmente ou a sensibilidade que ela pode trazer. Mas eu também não acho que a arte precisa ser explicada para ser compreendida. Eu sempre acreditei que, no meu caso pelo menos, tudo que estou fazendo é elaborar respostas que qualquer um, quer dizer, os outros, pode ter em relação a certos artefatos ou eventos estéticos. Eu não estou contando nada que eles não saibam, estou apenas retirando a resposta que já está presente ou a capacidade para a resposta que pode ser trazida por este artefato ou evento.

Você acha que a música está perdendo seu valor emocional, à medida em que toneladas de música estão disponíveis a um clique do mouse e enquanto a indústria do disco trata-a apenas como um produto?
Não sei. Outro dia, ouvi “Concrete Jungle” dos Wailers no rádio e foi como se eu nunca a tivesse ouvido, nao parecia com nada que eu já tivesse ouvido. Parecia sobrenatural, com sua força e profundidade. As pessoas continuam fazendo música – formando bandas, escrevendo canções, aprendendo instrumentos – pelos mesmos motivos de sempre: para sentir o que outros sentiram quando eles, os outros, fizeram os sons que fizeram os músicos iniciantes imaginar como deve ter sido a sensação de se sentir tão vivo, quando os outros criaram as músicas que lhes inspiraram.
No novo livro de Dana Spiotta, “Eat the Document”, que se passa em 1998, conhecemos um garoto de 15 anos obsecado pelos Beach Boys e pela música dos anos 60 como um todo. Os detalhes sobre a arte das capas, os créditos, o desenho dos rótulos e as diferenças entre as mixagens provocam mais pensamentos, imaginação e fantasia do que eu jamais tenha visto escrita ou dramatizada. É uma espécie de fábula sobre obsessão adolescente e como espertos e educados os jovens podem ser. Então, para responder, eu duvido.

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A verdadeira indústria musical.

E não é que a Indústria Cultural continua na ativa?

Agora é jogar as músicas na internet,
montar o Myspace e abraçar o sucesso

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Sábado, 20 de Dezembro de 2008

a verdade sobre os punks (ou) didi e os punks arruaceiros (ou) trapalhões também é cultura (ou) arruaceiros e os didis punks

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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Fotos: Show dos D'xavantes e O Tombo (10-12-2008)

No Circo Rock do Jack's Place, Toledo - PR.



Fotos de Priscila Turetta.

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Cada um tem o seu

Gosto é que nem cu. Gosto é igual política, futebol e religião: umas pessoas gostam, outras tem preferências e algumas só estão acostumadas demais para pensar. Discussão não se discute. Você levou tantos socos na cara que agora ela está deformada. Saiu do seu estado original para se tornar o que você diz que sempre foi.

Eu odiava toda essa homogeneidade do que não conhecia e tinha adoração por qualquer descoberta que fazia na minha mesmisse.

Se gosto não for uma opção, como criticar? Se gosto for escolha, porque não escolhe o melhor? Goste você ou não, gosto é política.

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ligue os pontos (9)

César
Science
Buarque
Hume

Quem mais?

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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Sobre o VMB 2008 de ontem, gostaria de deixar claro que existe uma diferença

Entre aceitar fazer isso:


E fazer isso aqui:


Existe uma grande diferença. Mas como são modernos esses europeus. Devem ter enganado direitinho a MTV Brasil!

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Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

um dos sons mais impressionantes que já vi (ou) sem ou dessa vez



Achei num blog focado em polirritmia chamado Takadime. Gustavo Gitti, seu autor:

Quem nunca ouviu da Mahavishnu Orchestra, liderada pelo John McLaughlin, bem, não sabe o que está perdendo… Até hoje o McLaughlin é fascinado por ritmos complexos e por transformações possíveis dentro de uma só estrutura. (...) [Acima] eles tocando Nooward Race. As repetições crescentes no final são geniais! E, claro, o Cobham destrói!

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Baixe aqui o disco da banda Nove Mil Anjos (do Júnior)

Meu camarada Hellygton Webber (Nego, baixista da banda Anti-Sociais) me enviou um e-mail hoje cedo, intitulado "Irão precisar mais que 9 mil anjos". Ei-lo, devidamente entrecortado:

...como grande parte já deve ter visto pela mídia, surgiu essa nova banda, 9 Mil Anjos, que está para ser a bãm-bãm-bãm do pop-rock Brasil, pelo grau de músicos que envolve este “trabalho”: Champinhom (ex-Charlie Brown) no baixo, o Sandy Junior (ex-Sandy) na batera, Peu Souza (ex-Pitty) na guitarra e um tal Pericles Carpigiani ou Peri (que sei lá de onde saiu) nos vocais. Pelo nome, até achei que dava pra esperar por algo interessante....
É. Eu também soube da notícia do surgimento dessa nova banda. E eu também fui até o site deles. Baixei a primeira música. E ouvi com cuidado. Que surpresa levei... eu me surpreendi com o som dos caras. Que incrível! Como pode? Como conseguiram? Faço minhas a palavras do meu camarada:
Mas quando escutei a tal musica achei ela simplesmente horrível: um verdadeiro lixo. Pelo nível musical de todos (com exceção do tal Peri que não conheço), eu esperava mais. Não sei qual era o intuito deles, ate pensei que viria algo bom, apesar de pop, mas interessante pelo menos. Mas é só escutar a primeira música que disponibilizaram no site deles que dá pra ver que o resultado é desastroso.
Que incrível! Como pode? Todo esse barulho, toda essa discussão pra juntar três ex-músicos de grandes nomes do cenário do pop-rock brasileiro pra fazer só isso? Um som maomeno desses?
Não sei o que eles queriam provar com isso, foram ate para Los Angeles, para fazer a tal cagada. Se essa “Chuva Agora” é para ser a música que vai mostrar a cara deles, tocar no rádio ou quer que seja a melhor música do CD não quero escutar a pior.

A música é toda trabalhada e tal, até demais, chegou a ficar carregada, saturada, muita coisa nela, os vocais são horríveis (o tal Peri não canta nada) a letra sei lá quem escreveu (botaram a culpa em nome de todos os integrantes) mas deveriam se matar depois dessa, não fala nada com nada, não tem coesão e nem desfecho...


Não dá pra dizer que música é mal-feita. Ela é só ruim. Quiseram botar tudo ao mesmo tempo. Mostraram técnica mas esqueceram a criatividade. O que não dá pra entender mesmo foi aquela letra. O que é essa letra? Essas rimas?
"Para quem acha que estar sozinho no mundo
Para falar com alguém tem que ir até outro mundo (...)
Apesar de eu existir, nenhum momento é igual agora
Então eu vou caminhando pra não tomar chuva agora"
Tá gago? "Apesar de eu existir"? Hã? Isso sem falar no
"Tiro meu chapéu para quem pensa estar sozinho no mundo...
Tirar o chapéu? Isso é pior que bandinha de hardicóri dizendo que a menina "está na janela" esperando... alguém dos grandes (ou médios) centros ainda fica na janela e tira seu chapéu? esse rock é urbano, não? (ou é rock rural?) Porra, parece Fresno! Ok. Vamos lá, eu sei que é complicado julgar uma banda inteira por uma única música, mas a minha intenção e a do Hellygton foram das melhores. Queríamos mesmo baixar o som dos caras e boder falar algo do tipo "Poxa, os caras estão maduros e sabem o que estão fazendo". Mas continuam na "sombra".
Quando digo sobre “sombra” me refiro, por exemplo, ao Champinhon. O cara é fudido no baixo, todos lembram das linhas no Charlie Brown, que eram destruidoras encorpadas. Mas ele ainda anda na sombra da sua ex-banda e, conseqüentemente, na sombra do Chorão. Já tentou fazer um trampo chamado Os Revolucionários, que não revolucionou porra nenhuma.

CAMPANHA DA COVE, DO INSANUS. APOIAMOS.

Também tem o ex–Pitty, que nem preciso comentar na sombra de quem ele vive. Já o gostosão da banda o Sandy e JUNIOR, que quer mostrar seu novo estilo rocker, com seu moicaninho Simple Plan, quer sair da sombra que viveu a vida inteira: sua irmã. E o tal Peri... bem, eu sei lá o que esse aí faz da vida.

Chego a pensar que é de propósito... o que seria pior, porque aí não seria omissão ou descuido: seria uma prova de incapacidade mesmo. Não é por nada... mas o flog dos fãs da banda está (logicamente) melhor que o oficial...
Se os caras no 9 mil anjos, ou seus fãs me lerem, vão pensar: “...você é um merda e não sabe de nada!” , mas se eles não conseguiram agradar um merda, imagina então a bosta que o som deles é.

Prefiro muito mais um Iggy Pop gritando atrás de uma “parede de som” do que essa porra toda gravadinha e bonitinha. Lamento por eles. Vão precisar muito mais que Nove Mil Anjos para ajudá-los a vingar essa coisa. Como diria o mano Brown: “Sem palavras...”.
Sem palavras.

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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

o vídeo mais visto do Tequila Baby (ou) peitões (ou) mão boba (ou) prelúdio de atentado ao pudor (ou) quem é imoral? (ou) onde passa um boi...

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